Ao contrário do analfabeto, que é a pessoa que não sabe ler, o analfabeto funcional consegue reconhecer as letras. O problema é que o analfabeto funcional, um conceito difundido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), não consegue entender o que lê e nem elaborar um enunciado, por mais curto que seja, sobre um assunto genérico.
O termo revela distorções existentes na educação das sociedades que antes não eram conhecidas, pois os estudos se limitavam a distinguir quem sabe de quem não sabe ler.
O Instituto Paulo Montenegro, ligado ao Ibope, faz, desde 2001, um levantamento chamado Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), que apontou em 2005 que apenas 26% da população brasileira consegue ler e escrever plenamente. Ou seja, três em cada quatro brasileiros têm algum nível de analfabetismo ou analfabetismo funcional.
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